Para assistir agora

by - segunda-feira, maio 04, 2015

O fim de semana foi muito produtivo para mim. Além de descansar, curtir os meus amigos e família e visitar a minha cidade, tive a oportunidade de assistir a dois filmes relativamente novos que já entraram para a lista dos meus preferidos da vida. Tão bom quando isso acontece, né?

E como não podia ser diferente, tratei logo de lançar uma breve sinopse desses longas inspiradores que me fizeram refletir sobre a vida, os amores e como tudo se desenrola tão naturalmente quando decidimos tomar as rédeas do destino e seguir nossas intuições. Afinal: no final das contas, só depende de nós mesmos. E isso não é só história de cinema.




Você com certeza já ouviu aquela velha história de que, em algum lugar do mundo, existe uma pessoa especial e certa para você. Bobagem ou não, muitas comédias românticas e clássicos literários basearam-se nessa ideia, uma espécie de concepção de alma gêmea, para compôr suas obras, que invariavelmente tratam da inutilidade em fugir do destino: what is made to be, is going to be. 

O filme In your eyes, lançado em 2014 nos Estados Unidos, leva essa máxima ao seu auge ao explorar uma improvável conexão metafísica entre os protagonistas, que além de compartilharem sentimentos e experiências sensoriais, também podem se comunicar pelo pensamento. Além disso, por meio dos diálogos repletos de delicadeza, emoção e leveza, ambos realizam pequenas mudanças em suas vidas particulares e acabam por descobrir que, embora tecnicamente diferentes - afinal, ela é uma tímida esposa de um médico conceituado e ele, um ex-condenado - possuem muito em comum e, no final das contas, se completam.

Emocionante e inusitado, o romance não é mais um daqueles contos clichês para criança dormir e, ademais, nos faz questionar se, de fato, pode existir alguma explicação que supera os limites da ciência para aqueles casais que parecem ter nascido para estarem juntos.


Quem acompanha o blog há um tempo, sabe que tudo que insira um dos quatro meninos de Liverpool automaticamente exerce um certo fascínio sobre mim. Agora imaginem tratando-se de uma carta de John Lennon, encaminhada para um cantor folk  decepcionado com a própria carreira e que, a partir dela, resolver promover mudanças reais na sua vida! Baseado em uma história real, o filme Não olhe para trás demonstra um clássico estereótipo de superstar americano arrasado pelos rumos que a própria vida o conduziu e decidido a mudar tudo, inclusive a relação com seu filho e o seu estilo musical, depois de descobrir uma carta que lhe teria sido escrita por Lennon.

Mas, se a história em si já é muito boa, a atuação, que não deixa decepcionar, de Al Pacino, que interpreta o protagonista, e Christopher Plummer, que vive seu empresário e melhor amigo, abrilhanta ainda mais a produção, que conta também com uma trilha sonora sensacional, da qual sou completamente suspeita em traçar críticas (vocês podem imaginar, né?).

Além disso, o filme, que é comovente e inspirador na medida certa, traz também uma boa dose de humor - graças a própria interpretação de Pacino, que beira o cômico em sua excentricidade - e romantismo à medida que ilustra que, na realidade, nunca é tarde demais para mudar.



Inspiradores, não é? E vocês, estão assistindo o que por aí? Um beijo,
Jú.


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