Oito de março

by - terça-feira, março 08, 2016

 Um símbolo, uma flor, uma força. 

Mulheres que leem, mulheres que escrevem. Que interpretam, que ousam, que se doam, que pintam. Mulheres que criam. Que fazem e que são arte. Mulheres inovadoras, ousadas, autênticas. Mulheres que são o que são - com o orgulho de sê-las.

Mulheres que amam. Que se doam de corpo e alma. Mulheres verdadeiras, mulheres naturais. Mulheres! São tantos adjetivos que lhe comportam, tantos jogos de palavras. Tantos mistérios. Mulheres que sabem muito bem o que querem - e também aquelas que não fazem ideia. Mulheres secretas, mulheres abertas, mulheres.

Ah! E se no mundo houvesse ainda mais mulheres... Mulheres maternas, mulheres carinhosas, delicadas e fortes. Mulheres que lutam. Que gritam. Que não aceitam aquilo que não lhes condiz. Mulheres de verdade.


Mulheres de luz, de espírito aberto, de alma lavada. Mulheres que queimam sutiãs, que fazem passeatas. Mulheres que choram. E então, estão renovadas.

Que acordam cedo, que trabalham na madrugada. Que lutam pelos seus direitos e que, sobretudo, acreditam na mudança e na força dos seus ideais. Mulheres que acreditam.

A generosa delicadeza de uma flor e a força consistente de uma rocha. São as lágrimas derrubadas no canto por aquela que sustenta a família. É a dor do parto e a benção de dar a vida. Mulheres que dão a vida.

Mulheres são vida, enfim.

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