[turistando]: as pirâmides de teotihuacán

by - terça-feira, agosto 01, 2017


Se tem uma coisa que me impressionou (e muito!) no México foi a paixão dos mexicanos pela sua cultura, pelas suas raízes. Colônia hispânica até 1810, quando foi declarado a sua independência, o México traz na sua arte, gastronomia, arquitetura e moda, por exemplo, diversos elementos que remetem ao passado pré-colombiano, e Teotihuacán é mais uma evidência de que esse passado foi glorioso e muito, muito desenvolvido.

Se a gente já olha com admiração para o trabalho dos astecas, imagina conhecer de perto uma cidade que inspirou esses povos e que, curiosamente, resiste fortemente aos impactos do tempo. Essa é Teotihuacán, cidade pré-colombiana que abriga as pirâmides mais conhecidas e amadas do México.


Conhecer essa zona arqueológica já é uma das principais atrações para quem visita a Cidade do México, sobretudo pela proximidade das ruínas com a capital: Teotihuacán está a apenas 48km da cidade, e chegar lá é bem mais fácil - e barato! - do que se pensa.


Pra início de conversa, esqueça as excursões tradicionais: além de encherem o lugar de turistas (o que prejudica bastante as fotos, por exemplo), essas excursões também são bem mais caras do que fazer o passeio por conta própria.

E como chegar lá, afinal? Simples: basta ir ao Terminal Central de Autobuses del Norte e comprar passagens em Autobuses Teotihuacán, especificando ainda que vai para Los Pirámides ou Zona Arqueologica, e não para a cidade de Teotihuacán. Não tem erro: feito isso, em um pouco mais de uma hora você está em frente a uma das entradas principais do parque arqueológico.

Custo: passagem por aproximadamente 50 pesos mexicanos + 70 pesos de entrada no parque (+infos aqui)
Dica: o parque abre às 9h, então aconselho a chegarem cedo na estação (umas 7h30), para pegarem o parque abrindo. Assim, você evita fila e garante muitas fotos boas!


Chegando cedo no parque, também dá pra sair de lá até meio-dia, quando você pode partir para outro ponto turístico superconhecido no México, e que fica no meio do caminho de volta para a cidade: a Basílica de Guadalupe.

No próximo post, conto um pouquinho mais sobre essa segunda parte da aventura!

Um beijo,



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